ESCREVER É...
MINHA ALMA SENDO EXPRESSADA COM PALAVRAS RIMADAS OU NÃO.
SÃO AS PALAVRAS ABRINDO CAMINHO PARA ALMA EXPRESSAR QUE TEM SENTIMENTO E RAZÃO

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sábado, 27 de setembro de 2014

Nota sobre a morte


Quero falar de vida! Quero falar para que vivam conscientes que a morte é certa.
Sem medo, sem tristeza, apenas é para onde estamos caminhando.
Quando falo sobre a morte não quero parecer deprimente, embora sei que leva para este caminho.
Quero falar de vida! Quero falar para que vivam conscientes que a morte é certa.
Sem medo, sem tristeza, apenas é para onde estamos caminhando.
Viver olhando nos olhos da morte, esperando o dia que ela estenda as suas  mãos e diga: Acompanhe-me.
Segui-la não é uma questão de escolha. Obedecê-la vai contra tudo que lutamos em busca da liberdade de decidir a nossa própria vida.
Alimentamos fantasias descontraindo a realidade, afinal ela nem sempre é tão bonita como imaginamos...
Será mesmo?
Quando olhamos nos da morte, o que vemos é comparado com um vendaval, levando todos os livros que lemos, todos os amores que vivemos, todas as confusões que fizemos...
Nas profundezas desse olhar, nada do que aconteceu aqui parece eterno, muito menos verdadeiro.
Tudo o que nos resta é estender as mãos, mas, não há tempo, não há mais mãos.
Há apenas um corpo vazio, enquanto a alma longe do tempo se entrega a Ela a quem sempre pertencemos.

Mara Mello

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Quem sou eu?


Como sabemos, nascemos e morremos só, por isso este é o nosso estado natural, vindo a nos relacionar acidentalmente, formando assim as sociedades. 
Porém, é necessários os momentos solitários com a finalidade de um mergulho profundo na nossa intimidade, e assim conhecemos a nossa verdadeira identidade, sem rótulos, sem conceitos, sem máscaras.
Pois é na sociedade, nos nossos relacionamentos,que escolhemos partes de quem somos. Digo partes porque a nossa totalidade não é aprovada, não é aceita. 
Em outras palavras, podemos dizer  que, o que acontece na sociedade é externo, não é o que o homem é na sua essência, é apenas a relação com os outros acontecendo numa seleção do que pode e não pode ser revelado.
Os relacionamentos são apenas o nosso lado de fora polido, o que nos faz esquecer ou ignorar quase ou, completamente quem somos nós no nosso intimo.
Pode parecer estranho, até absurdo, mas, assumimos a segunda identidade, esta formada em cima da versão que os outros tem sobre nós com base no pouco, e ainda polido, que revelamos sobre nós mesmos.
O mais interessante é que, até nossos consumos diários  alimentam esta segunda identidade.
Nós mulheres entendemos muito bem sobre esse assunto, e um bom exemplo deste comportamento é quando estamos cuidando da nossa vaidade. Tanto é verdade, que um simples corte de cabelo, ou uma cor de esmalte, normalmente é pedido a opinião de alguém, demonstrando precisar de alguma aprovação.
Estes aparentemente inofensivos gestos, não seriam graves se não fossem uma busca por consentimento, uma aprovação, evitando posteriormente qualquer comentário contrário.
Dificilmente a sociedade consegue viver sem rótulos, mas, facilmente a sociedade confunde 
 a diferença entre rótulo e identidade real, fazendo cobranças, tornando a vida de todos complicada e sem sentido.
Ninguém consegue sentir paz, ter uma boa auto estima, viver livre da ansiedade, quando vive desconhecido para si mesmo, sustentando estes tais rótulos.
Normalmente é demonstrado indignação com ponto de vista alheio, mas, não há quem está salvo de fazer o mesmo, rotulando as pessoas de acordo com seus os próprios conceitos.
Por causa destes tais rótulos, é comum acontecer ao longo da vida, algumas confusões que geram dificuldades aos homens de como viver bem em sociedade, e a grande pergunta se torna inevitável:
Quem sou eu?
Esta pergunta mostra a falta de conhecimento da pessoa sobre ela mesma,  e esta ignorância não pode ser resolvida por nenhum conhecimento que os outros podem lhe dar.
O que poucos sabem, é que as partes que estão encobertas,reprimidas, criam doenças, por isso, em muitos casos, a ajuda da psicanálise é importante.
Toda a psicanálise de Freud consiste em trazer para fora a parte escondida. Levam anos antes de a pessoa ser curada. Mas o psicanalista não está fazendo nada, ele está simplesmente trazendo para fora a parte reprimida. 
Simplesmente trazê-la para fora se torna uma força curativa.
O que isso significa? Significa que a supressão é a enfermidade. É uma carga, uma carga pesada.
A necessidade do ser humano é de confessar a alguém, de dizer, expressar; que alguém o aceitasse  totalmente. 
É isso o que significa amor: não rejeitar o ser.
O que quer que seja – bom, mau, santo, pecador – aceitar á todos na sua totalidade, é não rejeitar nenhuma parte.
 Eis por que o amor é a maior força curativa, ele é a mais antiga psicanálise. 
Sempre que amamos uma pessoa, estamos abertos a ela, e só por estar aberto, suas partes cortadas, divididas são religadas – Nos tornamos um.
Mas, até o amor se tornou impossível.
Ninguém tem muito interesse pelo verdadeiro ser. Assim surgiu a ajuda profissional.
O paciente paga alguém para ouvi-lo. E então entra ano, sai ano, ele o ouvirá todos os dias, ou duas vezes por semana, ou três vezes por semana, até acontecer a cura. 
Isto parece milagroso! Por que alguém pode ser curado só por ser ouvido?
O simples fato de alguém prestar atenção sem nenhum julgamento, pode dize qualquer coisa que esteja dentro. 
E só por falar, aquilo vêm à superfície e se torna uma parte do consciente. Quando você corta algo, proíbe algo, reprime algo, você está criando uma divisão entre o consciente e o inconsciente, o aceito e o rejeitado. Essa divisão tem de ser jogada fora.
Devemos permanecer atentos, cuidadosos a todo momento, a fim de observar quando estamos forçando os rótulos, prejudicando a identidade alheia, mas, para resgatar a própria identidade, podemos recorrer ao método mais milagroso por sua eficiência:
Permanecer um tempo na solidão
Todas as religiões dizem que o homem tem de entrar em retiro para conhecer a si mesmo. A pessoa não precisa ficar lá para sempre, isso é inútil; mas a pessoa tem de ficar em solitude por um tempo, por um período. E a extensão do período dependerá de cada indivíduo. Maomé ficou em solitude durante alguns meses; Jesus por somente alguns dias; Mahavir durante doze anos e Buda durante seis anos. Depende. Mas a menos que você chegue ao ponto onde você possa dizer “agora conheci o essencial”, é imperativo ficar sozinho.
Para o auto conhecimento é necessário que o homem passe algum tempo sozinho, mergulhando na sua profunda e total solidão
É importante deixar um pouco a sociedade, e isso significa deixar a situação onde a repressão se tornou inevitável.

Mara Mell

domingo, 21 de setembro de 2014

A importância da Gratidão

"A gratidão aumenta o seu êxito exponencialmente, pois toda a gratidão constitui uma emoção de elevada energia. Escreva todos os dias num livro de gratidão ou agenda diária, a gratidão que sente pelo que é bom e pelo que não é assim tão bom. O que não é tão bom está simplesmente a indicar onde é necessário colocar mais pensamento e ação. Como tal, considere qualquer obstáculo como boas notícias, sinal de que está a avançar. Esteja atento à emergência de antigos padrões (que causam as tais coisas menos boas) e mude-os à medida que avança. (...)
A gratidão é um sentimento expansivo que abre a janela da alegria e da manifestação. Esteja grato pela luz do sol, pelas aves que cantam, pelo seu lar, as suas competências, as pessoas especiais da sua vida. Pergunte a si próprio 'por que coisa estou grato neste momento'? (...)
"

Homenagens

08 de Março Dia Internacional das Mulheres
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Dia das Mães

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